segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Como ter uma discussão saudável

              Antes de começar a falar sobre a discussão, gostaria em primeiro lugar, tentar definir o sentido da palavra discussão, e para isso, estarei usando as palavras do Dr. Gary Chapman:
“Antes, permita-me esclarecer o que quero dizer quando uso a palavra ‘discussão’. Trata-se de um termo bastante conhecido na área do Direito. Os advogados e promotores apresentam e discutem seus argumentos para mostrar que a pessoa que defendem ou acusam é culpada ou inocente. Esses argumentos são declarações que os advogados e promotores fazem com base nas evidências disponíveis. A função deles é a de apelar ao senso lógico e à razão do júri. A conclusão é óbvia: qualquer pessoa racional há de concordar com meus argumentos. De vez em quando, um advogado ou promotor também pode apelar para as emoções do júri, mostrando aspectos do caso como objetivo de cooptar a simpatia dos jurados e convencê-los de seus argumentos.
Num tribunal, a discussão dos argumentos é absolutamente permitida. Na verdade, nenhum processo pode ser levado a juízo sem que os dois lados apresentem seus argumentos. O advogado e o promotor apresentam evidências e suas respectivas interpretações na tentativa de convencer o júri de que a posição que cada um defende é a que está com a razão. É possível cruzar os depoimentos das testemunhas, e as conclusões também podem ser questionadas. O sistema jurídico é baseado na suposição de que, por meio da discussão dos argumentos e contraargumentos apresentados, o júri terá mais recursos para descobrir a verdade da culpa ou da inocência do réu.
Todos nós sabemos que a causa da justiça nem sempre é servida de maneira apropriada num tribunal, mas, na pior das hipóteses, é dada alguma solução ao caso que está sendo julgado [...] Em todos estes casos, alguém ganha e alguém perde. Quando isso acontece, uma das partes provavelmente ouvirá seu advogado fazer um comentário mais ou menos assim: “Pensei que nossos argumentos fossem bons, pelo jeito, o júri não se convenceu de nossas razões”. Já o advogado da  outra parte, a vencedora, deve dizer algo como: “Ganhamos o caso. Os argumentos eram consistentes, e acho que o júri reconheceu com quem estava a verdade”.
Quando você opta por discutir com seu cônjuge, na verdade está fazendo uma escolha: a de usar um sistema jurídico para convencê-lo da verdade e da propriedade de sua opinião. Infelizmente, o que funciona relativamente bem num tribunal não serve muito para o relacionamento conjugal, pois não há juiz disponível para determinar qual das duas partes está com a razão e qual não está. As discussões logo ficam carregadas de emoção, e é possível que você acabe falando em tom agressivo, gritando ou chorando; dizendo coisas que destruirão o caráter da pessoa com quem convive; colocando em dúvida os motivos que ele ou ela apresenta; e condenando o comportamento do cônjuge, classificando-o como grosseiro indelicado ou descontrolado
Quando você briga com o cônjuge, o objetivo que tem em mente é o mesmo que teria se estivesse num tribunal: tudo o que deseja é ganhar a causa. Você quer que o seu lado da questão receba o benefício da justiça, e que seu cônjuge seja considerado culpado das suas acusações. É isso que há de tão prejudicial nas brigas e discussões”[1].
                A forma de discutir saudavelmente não descobri por acaso, e muito menos sou eu o autor desta descoberta. Também sou uma das pessoas que tive um problema sério de relacionamento. Pensava dentro de mim, a razão destas discussões tão fortes, sendo que as minhas intenções foram boas. Foi quando à procura desta razão, eu encontrei as bibliografias do Dr. John Gottman, onde ele fez uma pesquisa bastante profunda sobre os relacionamentos conjugais. Ele é o  professor de psicologia da Universidade de Washington, e também terapeuta dos casais.
                Uma das coisas que me chama a atenção, é que depois de ter lido as suas bibliografias, e ter aplicado no meu dia a dia, houve uma mudança radical. Também tenho orientado a vários casais, e todos eles também experimentaram as mudanças dentro de suas casa. Em outras palavras, quero dizer que todas as pessoas podem experimentar esta mudança dentro de suas casa. Os livros que ele tem escrito são livros com fundamentos científicos, onde ele dedicou grande parte da sua vida em experimentos com diferentes tipos de casais.
                A causa do Dr. Gottman ter feito estas pesquisas foi porque ele também sofreu o divórcio quando tinha 31 anos de idade. Quando ele apenas começava a sua vida de docência, a sua esposa fez as malas e saiu dizendo que já não podia mais conviver com ele. Por mais que ele pensasse, não conseguia entender a razão dela tê-lo deixado, sendo ele uma pessoa inteligente e de bom coração. O que mais o preocupava, é por ter sido divorciado com 31 anos, o seu coração começou a temer a quantidade de divórcios que ele teria de enfrentar nos próximos 40 a 50 anos de vida. Por isso, ele começou a pesquisar cientificamente para impedir os futuros possíveis divórcios. Desde o anos 1971 ele começou a fazer a pesquisa cientificamente, visitando o convívio dos casais pessoalmente. Dr. Gottman não buscou as teorias nem as filosofias de vida, e sim a praticidade da vida das pessoas, pois, como ele desconhecia das formas de enfrentar as diferentes situações, ele quis aprender de perto vendo o convívio das pessoas. Gottman quis saber as causas pelo qual os casais conseguiam ter um relacionamento saudável, e as causas dos casais se divorciarem. Visitou aproximadamente a 3.000 casais todos os finais de semana gravando o convívio de cada casal, para saber que tipo de conversa eles tinham, o que eles faziam, como discutiam, e como enfrentavam as diferentes situações. Também observou os fatos fisiológicos, como por exemplo: quando estão alterados, o quanto sobe a sobrancelha, o quanto sobe o tom de voz, qual é a frequência do batimento cardíaco, como também, anotou as profissões, as personalidades, a situação financeira de cada casal, etc.
                Até antes dele começar a pesquisa, ele pensava também que a causa do divórcio fosse pelas diferenças de personalidade, dos vícios, das agressões, ou por causa dos sogros e/ou parentes. Mas, depois da pesquisa, chegou à conclusão de que todas estas causas são nulas para o divórcio. Então, concluiu dizendo que por não ter diagnosticado direito, nós não soubemos remediar de forma adequada. Não é pelo fato da pessoa ser introvertida ou extrovertida que o casal tem um convívio melhor, e muito menos pelo fato dos dois terem uma mesma personalidade, ou uma personalidade totalmente oposta. A causa do divórcio era pela forma de discussão do casal. Em outras palavras, o divórcio não acontece pelo conteúdo da discussão, e sim pela forma.
                Com base a esta pesquisa, vemos que existem quatro formas nocivas de discussão. As quatro formas nocivas de discussão, não vem das atitudes, e sim das formas de se expressar. São elas:
a) Crítica.
Uma forma de atacar a pessoa enfatizando nas suas fraquezas;
b) Defesa.
Todas as pessoas que são atacadas, elas buscam uma forma de se defender, e neste caso, seria a forma de se defender apontando também a fraqueza do “adversário”. As pessoas podem perguntar se o ato de se defender é tão nocivo para levar um casamento a um divórcio. A resposta é afirmativa, pois quando as pessoas começam a discutir atacando e se defendendo, as discussões começam a se tornar pesadas, e quando perceber que a situação está ficando desfavorável para si, então começa a ir para o passado apontando as atitudes similares tomadas naquela época, trazendo as outras pessoas (amigos, familiares, conhecidos, companheiros de trabalho, etc.) para dentro da discussão. Quando isso começar a se tornar uma rotina, então um dos dois lados se cansa, e decide então, se separar.
c) Comparação.
É a forma mais nociva dentro de uma discussão. É quando a pessoa começa a comparar a outra pessoa consigo mesmo, tirando a autoestima da outra pessoa. Também pode ser desvalorizando a pessoa, ou até mesmo colocando apelido na pessoa. Estas atitudes mostram que a pessoa se compara com a outra fazendo-se superior a ela tanto na ética, como também na inteligência, ou até mesmo nos seus talentos. O fato de inferiorizar a pessoa é tão nociva que, segundo os estudos, dentro de quatro anos, a pessoa que é comparada (inferiorizada), sofre de enfermidades infecciosas agudas, onde uma das enfermidades mais comuns são as enfermidades renais.
d) Criar muro.
Depois de várias tentativas, quando perceber que já não existe um acordo, então o casal começa a criar muros, ignorando a presença da outra pessoa, ou seja, fazendo de conta que a outra pessoa não existe.
                Estas são as quatro formas de levar um casamento para o divórcio. Mas, se analisarmos bem, podemos dizer que tirando estas quatro formas de  discussão, não existem outros motivos para se discutir.
                Podemos comparar estas quatro formas nocivas de discussão com o veneno. Já que nós encontramos o veneno, agora é a hora de buscar o antídoto para poder curar a relação envenenada.
                Encontramos dois tipos de casais. Aqueles que discutem e logo em seguida se reconciliam, e a proximidade do casal se faz mais forte e resistente, onde o relacionamento melhora, se enche de esperança. E aqueles que a discussão leva o casal para um relacionamento patológico.
                Tem-se perguntado por quê o primeiro grupo consegue superar todas estas barreiras mesmo discutindo como todos. A resposta é que o primeiro grupo usa o antídoto adequadamente em seu relacionamento. Os antídotos são:
a) Em vez de criticar, pedir em primeira pessoa.
Um exemplo comum, é quando um dos cônjuges (que neste caso citarei aos maridos), chega tarde para casa e não janta o jantar que a esposa preparou.
A forma crítica de se expressar seria: “Você poderia ter ligado já que chegaria atrasado”. “Você sempre se esquece”.
Quando a conversa começa com você, geralmente é uma forma de criticar o próximo.
O antídoto neste caso seria: “Ontem eu pensei que você fosse cedo, e preparei um strogonoff que você tanto gosta. Mas como você se atrasou, a comida se esfriou e fique um pouco chateada.”.
Desta forma poderia tornar uma conversar mais amena, e quando a outra pessoa ouvir a sua queixa, sem dúvida também refletirá e pedirá desculpas pelo atraso.
Este exemplo, é um exemplo comum que coloquei para ilustrar a crítica e o seu antídoto. Mas, o fato é que muitos casais sofrem por causa destes dois pontos nocivos (crítica e defesa). Se as pessoas soubessem que a crítica fosse tão nociva, não teriam usado em seus passados, mas, pela falta de informação muitos casais usaram esta ferramenta nociva, e hoje sofrem de um relacionamento patológico.
Segundo a pesquisa do Dr. Gottman, diz que as mulheres são as que mais criticam, e os homens são os que mais criam os muros no relacionamento. Mas, isto não é uma via de regra, pois posso dizer que eu sendo um homem, também já tenho criticado muito as pessoas, assim como também existem homens que criticam mais do que as mulheres.
                Gostaria de citar o exemplo de um casal amigo que fiz nos Estados Unidos. David é um coreano que se imigrou para os Estados Unidos desde criança, e a sua esposa Jane, foi para os Estados Unidos já jovem, para terminar o seu mestrado na faculdade. Apesar da Jane ter morado vários anos nos Estados Unidos, ela não conhecia a vida social dos americanos pela razão dela ter-se dedicado os anos de estudo dentro da faculdade. A rotina dela era sala de aula, biblioteca, comedor, biblioteca e dormitório. Em contraste com a Jane, David cresceu nos Estados Unidos, tem bastantes amigos americanos e a sua convivência é mais “americanizada” do que coreana. Depois dois se casarem, David, por ser professor da faculdade de engenharia civil, convidou os seus colegas de trabalho. Jane, por não conhecer a cultura americana, ao saber do convite fez um banquete no estilo coreano, e no dia seguinte ficou de cama, pois teve que preparar a comida e lavar as louças sozinha. Quando David viu esta cena, ficou bravo com a Jane e começou a criticar dizendo: “Você não deveria ter preparado tudo aquilo. Viu só no que deu? Você que tem o mestrado, e ensina para os jovens, não tem a sabedoria para fazer as coisas?”. Estas palavras foram bastante duras para Jane. Ela somente quis fazer o que sempre viu a sua mãe fazer em casa, evitando que a reputação do seu esposo caísse. Ao escutar as críticas do seu marido, logo começou a criar muros no seu relacionamento. O que ela não entendia, era que na sociedade americana, quando se faz um convite, eles preparam apenas alguns sanduíches e o vinho. Por outro lado, David não conseguia compreender a forma da Jane expressar o amor.
                Nós podemos ver que o David começa com a crítica das ações da Jane, e Jane, por outro lado, faz a sua defesa. As suas discussões sempre foram de crítica e defesa, até que um dia vieram me procurar pedindo por uma ajuda. Talvez, se David tivesse sido um pouco mais amoroso e agradecesse pelo esforço da Jane de ter preparado o “banquete”, isso pudesse ter animado mais a sua esposa. A expressão que David usou foi: “Você é sempre exagerada nas coisas. Até quando você continuará sendo exagerada?”. Podemos notar duas palavras que resultaram em desencadeamento de uma discussão: “Você” e “Sempre”. O fato de ter-se dirigido a segunda pessoa “você”, e enfatizar o tempo “sempre”. “Sempre”, “todas as vezes”, “maior parte do tempo”, são expressões que muitas vezes são usadas para uma crítica. A segunda frase do David, “até quando você continuará sendo exagerada?”, podemos interpretar a uma comparação. Jane se sentia comparada em relação ao tempo e duvidava inclusive das suas ações. Expressões que levou Jane a perder sua autoestima diante do David.
                Por outro lado, Jane não conseguia compreender as atitudes de David, levando a pensar que David estava equivocado em suas ações. Quando recebeu as críticas do seu esposo de não ter senso da realidade, ela se defendia negando a afirmação de David. E aqui nós podemos ver um segundo antídoto para enfrentar a situação.
b)      Reconhecimento
No caso da Jane, se ela reconhecesse só um pouco que ela havia exagerado no preparo da comida, David por outro lado poderia esclarecer a sua preocupação por ela. Em outras palavras, se Jane em vez de se defender, tivesse reconhecido um pouco do seu exagero, David também estaria reconhecendo que ele também havia sido duro com ela. Nós precisamos começar com a premissa de que todos nós somos falhos, e nós também temos o direito de errar. No caso da Jane, não era um erro a sua atitude, e sim, um forma de demonstrar o seu amor e a sua preocupação por David. Mas, no momento em que os dois reconhecem o exagero, tanto no preparo como na expressão, a conversa seguinte fluirá de forma mais suave, onde cada um estaria explicando a razão das suas atitudes.
Se nós formos analisar, podemos dizer que na sociedade existem apenas três tipos de conversa:
1. Conversa que se aproxima;
A conversa que se aproxima é aquela conversa onde ambos mostram interesse no tema da conversa. Por exemplo, quando o esposo comenta que no final de semana a globo transmitirá o jogo de futebol, a esposa poderia estar demonstrando o interesse perguntando quais são os times que estarão jogando.
Segundo as pesquisas, em uma conversa que se aproxima, além de fazer com que o coração de ambos se aproxime, fisiologicamente faz com que o nível de estresse abaixe em alta porcentagem.
2. Conversa que se afasta;
Uma conversa que se afasta a pessoa, é quando um dos lados diz algo, e o outro responde com uma resposta totalmente incoerente. Por exemplo, o marido pode comentar que nesta noite o seu time estará jogando e será transmitida no canal aberto, e a esposa incoerentemente olhar para a janela e responder dizendo: “olhe para a janela, as flores estão lindas”. Ou seja, apesar dos dois “conversarem”, por não existir uma coerência em suas conversas, o coração de ambos começa a se distanciar.
3. Conversa que cria inimizade.
Quando uma pessoa expõe a sua idéia e o outro encara, critica ou zomba desta idéia, é uma conversa que cria inimizade. Por exemplo, no caso do David e Jane, se o David criticasse a Jane “por que você fez tanta comida assim?”, e a Jane respondesse “o que você quer que eu faça? Você convida as pessoas e quer que fique de braços cruzados?”. Esta forma de encarar o parceiro é forma de chamá-lo para uma possível inimizade. Segundo as pesquisas feitas pelo Dr. Gottman, diz que nestes casos, o coração de ambos fica acelerado, e o nível de estresse sobe significativamente.
Um outro exemplo que posso citar é de um casal que atendi recentemente onde a esposa veio me procurar bastante triste. Na semana anterior, o casal havia viajado para o interior e ela se maravilhou presenciando a beleza da lua cheia. Maravilhada com aquela imagem, chamou o seu marido para contemplar juntos, mas o seu marido fez uma crítica bastante severa dizendo: “Olhe só para a sua idade. Nós já vimos esta lua cheia diversas vezes na vida. Você já passou da idade de se viver no mundo da fantasia”.
No caso da conversa que se aproxima, motiva a continuidade da conversa, pois o diálogo é saudável e faz com que ambos se sintam bem. Dr. Gottman diz que a conversa que se aproxima é um depósito da emoção.
                Quando nós falamos de depósito, logo pensamos na nossa conta bancária, onde depositamos parte do nosso salário e desta conta é descontado os gastos dos cartões de crédito ou dos pagamentos automáticos que inserimos nestas contas. Da mesma forma, as emoções do casal também têm uma integração, que dependendo do quanto prestam os favores, dão a atenção, demonstram o afeto, ou zelam um pelo outro, a tudo isto o Dr. Gottman diz que é o depósito das emoções conjugais. É neste caso, quando há uma conversa de aproximação, o depósito das emoções conjugais vai-se acumulando, e quando se tem uma conversa de afastamento, ou que crie uma inimizade, é debitada da conta das emoções conjugais. Alguns sintomas que aparecem quando é debitada da conta das emoções conjugais, é que um dos cônjuges, ou ambos se irrita facilmente, cria-se uma hostilidade, se entristece, se deprime, tem o desejo de se ausentar de casa, ou entra em desespero. Todos estes são sintomas de que tenha se debitado da conta das emoções conjugais. Em oposição a estes sintomas, quando for acumulando a conta das emoções conjugais, aparecem alguns sinais como: sorrir bastante, a expressão facial é tranquila, demonstra otimismo, é esperançoso,  consegue perdoar facilmente, tem o desejo de fazer melhor ao próximo, está sempre agradecido, é feliz, e transmite o otimismo ao próximo.
                Um dos pontos importantes que se destaca, é que para poder acumular a conta das emoções conjugais não é preciso ter um bom coeficiente de inteligência, ou seja, não é preciso ser inteligente, muito menos tem um requisito dos estudos acadêmicos, ou da posição social e/ou financeiro. Qualquer pessoa que deseje e se comprometa em acumular a conta das emoções conjugais, com um pouco de esforço, ao prestar um pequeno favor, ou dar um pouco de atenção e zelo, faz com que aos poucos vá se acumulando esta conta. Do contrário, quando nos irritamos sem motivo, ou comparamos o nosso parceiro com as situações e/ou pessoas, diz-se que a conta das emoções conjugais é debitada bruscamente. Quando nós soubermos destas “armadilhas” e tomarmos o cuidado, com o tempo a conta irá se acumulando, e no futuro, quando houver alguma equivocação de uma das partes, a pessoa ofendida conseguirá perdoá-lo facilmente.


[1] Chapman, Gary (2008), Zero a Zero, pág. 14-16, Editora Mundo Cristão, São Paulo, S. P., Brasil.

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